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 Apresentação | Base de Fé | Três anos de Missão São Paulo | Novo hinário "Salmos & Hinos" 

 
“A Palavra do Senhor permanece para sempre” (1 Pedro 1.25).
 
   A Missão São Paulo é um local onde as grandes doutrinas da Bíblia (a Fé Cristã) são cuidadosamente ensinadas, e o Evangelho do Senhor Jesus Cristo como revelado em Sua Palavra a Bíblia (o plano de Deus para reconciliar homens e mulheres necessitados consigo mesmo) é proclamado de um modo fiel a Escritura, simples e direto.
 
   Alguns dos objetivos e diretrizes que guiam nossas reuniões são aqui apresentados:
Primazia do ensino da Palavra de Deus. A principal característica das reuniões nesse local será essa. Isso inclui o ensino das grandes doutrinas da Fé Cristã, algo essencial em nossos dias de superficialidade doutrinária. E, juntamente com isso, obediência a Palavra de Deus, que deve ser a autoridade e base de tudo que fazemos. Colocamo-nos firmemente debaixo da direção da Palavra de Deus.
Outro de nossos objetivos é o evangelismo, com a dedicação especial de uma reunião, todos os domingos, para a pregação direta, simples e persuasiva do Evangelho.
Objetivamos também a preservação da adoração espiritual reverente e inteligente, não adulterada pela música e frivolidade do entretenimento ímpio, antimoral e secular que tem invadido a adoração de Deus em tantos locais.
Não inventamos esses objetivos e diretrizes, mas os herdamos  sendo todos eles, e mais alguns, a norma, ao longo da história, de igrejas  de verdadeiro caráter bíblico.
 
   Porque mais um local para o estudo da Bíblia? Somos comandados pela Escritura a pregar o Evangelho do Senhor Jesus a toda criatura, e também batalhar (proclamar e defender) pela Fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. São Paulo, e mais especificamente Ipiranga, é uma área que concentra milhares de pessoas que jamais ouviram as verdades que podem pelo Espírito de Deus conduzi-las à salvação. Outra razão é que não há um trabalho evangélico Batista conservador de caráter Reformado na cidade de São Paulo, no qual os caminhos antigos trilhados e estimados pelas igrejas do Senhor Jesus Cristo ao longo dos séculos sejam honrados, proclamados e preservados.
 
   O nome Missão São Paulo é apenas um nome indicativo, pois este trabalho, em sua essência, trata-se de um esforço missionário para estabelecer na cidade de São Paulo um testemunho Batista Reformado Evangélico, que pela permissão e auxílio do Senhor constitua-se futuramente em uma Igreja Batista Reformada Independente. Até o momento somos um número de homens e mulheres reunindo-se aos domingos para o estudo dirigido da Palavra de Deus e pregação do Evangelho.
   Este é um trabalho pioneiro fomentado pelo Metropolitan Tabernacle de Londres (Tabernáculo Metropolitano de Londres Igreja Batista Reformada independente uma vez pastoreada por Charles H. Spurgeon  atualmente pastoreada por Peter Masters), e conduzido por Ábner Araújo. Ábner é casado com Hanneke Araújo, e foram enviados ao Brasil para início desse trabalho após muitos anos de serviço no Metropolitan Tabernacle.       Foto-Abner-Quem-Somos-1 
   
 

 
Base de Fé  distintivos da Missão São Paulo – Batista e Reformada

A congregação reunida na Missão São Paulo tem como sua base de fé a Confissão Batista de 1689.
O Pastor Bejamim Keach, principal redator dessa confissão, foi no período pastor da congregação do Metropolitan Tabernacle de Londres, antes localizada na New Park Street e posteriormente pastoreada por pregadores como John Gill, John Rippon e C. H. Spurgeon, e atualmente pastoreada por Peter Masters. A Missão São Paulo como uma congregação do Metropolitan Tabernacle segue nos mesmos passos da fé desses irmãos.
 
1. A inspiração plena (total) das Sagradas Escrituras; sua autoridade e suficiência como não somente contendo mas sendo em si mesmas a Palavra de Deus. A confiabilidade da Escritura testemunha de si mesma como a única, completa e infalível Palavra de Deus; o Novo testamento testemunhando da confiabilidade e caráter divino do Antigo Testamento; a necessidade também de uma fé reverente na Palavra e o ensino do Espírito Santo para um verdadeiro entendimento do todo.

2. A unidade da Divindade e a co-igualdade divina das Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo eternamente; a soberania de Deus na criação, providência e redenção.

3.  A deidade verdadeira e própria de nosso Senhor Jesus Cristo; Seu nascimento virginal; Sua real e perfeita humanidade; a autoridade de Seu ensino; e a infalibilidade de todas as Suas declarações; Sua morte substitutiva na cruz como sendo a única e completa e suficiente expiação por pecados; Sua ressurreição corporal e ascensão ao Céu; Sua intercessão sacerdotal presente e contínua pelo Seu povo; Seu retorno pessoal em glória.

4. A justificação do pecador unicamente pela fé, através dos méritos expiatórios de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

5. A depravação total da natureza humana em consequência da Queda do Homem de seu estado original de perfeição no qual ele foi criado; por meio de tal queda toda a raça humana está em um estado de condenação e separação do Deus Santo, e pode somente ser liberta pela obra divina da regeneração e redenção.

6. A graça soberana de Deus, a saber Seu favor gratuito e imerecido; e que pela Sua escolha exclusiva o eleito tem sido predestinado para a salvação.

7. A obra da regeneração, conversão, santificação e fé como não sendo um ato do livre arbítrio e poder humano, mas da graça poderosa, eficaz e irresistível de Deus através do Espírito Santo.

8. Todos aqueles que são escolhidos pelo Pai, redimidos pelo Filho e santificados pelo Espírito irão certamente e até o fim perseverar, de modo que nenhum deles jamais perecerá mas terá vida eterna.

9. A ressurreição do corpo; o julgamento do mundo pelo nosso Senhor Jesus Cristo, com a eterna bem-aventurança dos redimidos, e a eterna punição daqueles que por fim rejeitam Cristo como Salvador.

10. A observância da instituição divina do Batismo de crentes pela imersão, em obediência de amor e como um ato de testemunho, mas não como outorgando qualquer graça regenerativa. A observância da Ceia do Senhor como uma comemoração da morte de nosso Senhor, mas a Ceia do Senhor não como sendo um sacrifício pelo pecado ou envolvendo qualquer mudança da ou adição à substância do pão e cálice.

11. A autoridade e prerrogativa exclusiva de Cristo para o governo de Sua igreja através do Espírito Santo que fala em Sua Palavra.
 
 


TRÊS ANOS DE Missão São Paulo – BATISTA E REFORMADA (Abril 2012- Abril 2015)
 
“O qual [Cristo] se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade,

e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras."

(Tito 2.14).

Queridos amigos,

A Missão São Paulo reúne-se hoje em uma manhã de gratidão a Deus por três anos ininterruptos de cultos e serviço dedicado dirigido ao Senhor. Essa congregação é um elo histórico direto com a Reforma Protestante, e com a grande multidão de crentes fieis em Cristo Jesus chamados no passado de Puritanos, pois como uma congregação do Tabernáculo Metropolitano de C. H. Spurgeon plantada no Brasil em 2012, ela segue nos mesmos passos de fé e serviço daqueles irmãos. Nos alegramos por essa herança reformada que trazemos conosco; mas sobre tudo louvamos e agradecemos a Deus pelos privilégios excepcionais que possuímos como congregação ao nos reunir para adorar, estudar e servir o Senhor. Somos uma congregação visivelmente em crescimento espiritual e numérico, e oramos por ainda maior crescimento. Que mais pessoas venham ouvir o Evangelho da graça redentora e ter a Cristo como seu Salvador. E que mais pessoas se aprofundem nas coisas de Deus e aprendam a Fé Reformada, vindo a descobrir coisas profundas e maravilhosas na Sua Palavra.

Agradecemos ao Senhor por nosso primeiro batismo realizado em Novembro, onde seis irmãos foram às águas em obediência ao comando do Senhor, para testemunhar publicamente daquilo que Ele fez por suas almas. Damos a Deus graças pelo fortalecimento do trabalho de evangelismo nas portas do metrô e pontos de ônibus que agora é realizado fielmente todos os domingos. Louvamos o Salvador pelos inúmeros visitantes que aqui se assentaram sob o som do Evangelho de Cristo Jesus. Enaltecemos ao Senhor pela Escola Bíblica Dominical Evangelística para crianças e adolescentes, onde os mais novos são reunidas de maneira reverente para aprenderem diretamente das Escrituras, de um modo direto e claro o caminho que conduz a salvação. Bendizemos ao Senhor pelos recém-chegados: cada nova família, novos irmãos e irmãs, e também por aqueles que passaram a frequentar os cultos, vindo buscar no Evangelho a salvação de Deus. Estamos também agradecidos a Ele pelo número crescente de pessoas que acompanham o ministério de nossa igreja baixando mensagens e materiais pela interne. Somos gratos ao Senhor por nosso Hinário de Salmos e Hinos para a adoração Reformada que se desenvolve, e já compõe quase noventa hinos, bem como hinos para usar na adoração com crianças. Exaltamos a Deus por cada servo e serva Dele que zelosa, sacrificial e sinceramente serve a Cristo em várias tarefas práticas. Por tudo isso e por inúmeras respostas de orações bendizemos ao Senhor hoje.

Sabemos, no entanto, que não somos dignos dessas bênçãos, e assim, recorremos a Deus em oração corporativa em nossas reuniões de oração e também privadamente, rogando o poder de Seu Espírito Santo para abençoar a Palavra pregada e todo esforço sacrificial de cada irmão e irmã realizado para glorificar a Cristo Jesus. Sem a benção e o sorriso do Senhor sobre nós tudo é em vão, cremos e reconhecemos isso de todo coração.

Em nosso aniversário temos anualmente a oportunidade de levantar uma oferta especial de gratidão, (além de nossas ofertas dominicais alçadas), para o avanço da obra do Senhor. Essa oferta será coletada durante o culto da manhã.

Que o Senhor nos ate sempre mais firme como uma família e aprofunde nossa resolução de vivermos para Cristo.


Com minhas saudações sinceras.


A vosso serviço no Senhor.


Pr. Ábner E. A. Araújo

 


 

 

“A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria,
ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros;
com salmos, hinos e cânticos espirituais cantando ao Senhor com graça em vosso coração.”
Colossenses 3.16

Queridos irmãos e irmãs,

É com grande alegria e gratidão que temos hoje em nossas mãos o nosso livro de salmos e hinos. Essa é uma compilação para a adoração em nossas congregações e em todas as reuniões dessa igreja. Pela bondade e auxílio do Senhor, e após um período de dois anos de trabalho, temos aqui uma seleção inicial de 85 Salmos e Hinos. Esse número será gradativamente ampliado ao longo dos meses e anos conforme novos Salmos e hinos forem selecionados.

Deus não nos deixou à mercê de nossa imaginação e arbítrio para decidir de modo subjetivo o formato e o conteúdo de Sua adoração. Ele mesmo instituiu as normas e os princípios reguladores a serem seguidos pelo Seu povo. O Deus revelado nas Escrituras, o nosso Deus, é um Deus de ordem, pois Ele estabeleceu todas as coisas necessárias para nosso relacionamento com Ele. Assim também é caracterizada Sua adoração, pois ela foi instituída também por Ele! Deste modo, a influência da subjetividade humana com seus gostos e inclinações não deve ser o critério condutor na seleção de hinos para a adoração a Deus pelo povo de Deus. Assim, quando se trata da adoração do Deus Triúno em Sua Igreja, toda reverência e submissão aos princípios estabelecidos por Ele mesmo, em Sua própria Palavra e para Sua Própria adoração, devem ser seguidos.

Esta subjetividade humana que interfere na adoração tem marcado inúmeros projetos de organização de hinários e livros de música para uso nas igrejas pelas várias denominações cristãs nos anos recentes. Em muitos desses hinários o critério de seleção e escolha de hinos é caracterizado por um foco no indivíduo (o crente e seus sentimentos e aspirações), mais do que no próprio Deus, conforme Ele é revelado em Sua Palavra, e nas doutrinas da soberana graça de Deus. Esta é uma grande falha, porem característica de nossa era tão relativista e antropocêntrica.

Assim, na formação desse livro de Salmos e Hinos, desejamos honrar diretrizes bíblicas e padrões históricos que destacam as qualidades mínimas necessárias para a composição e seleção de bons hinos. O Pr. Peter Masters em seu livro Louvor em Crise apresenta as seguintes diretrizes úteis:

1 “O primeiro padrão de um hino de qualidade é que ele deve refletir o exemplo e o método dos Salmos - o Hinário do Antigo Testamento, inspirado por Deus. Em diversas maneiras o livro dos Salmos deveria moldar os hinos compostos pelo homem. Os hinos, por exemplo, deveriam imitar os tópicos apresentados nos Salmos e o equilíbrio dos componentes do louvor. Talvez o maior afastamento do louvor de nossos dias quando comparado aos hinos tradicionais, é que o novo louvor de nossos dias abandonou o princípio dos Salmos. O novo louvor certamente usa alguns Salmos selecionados, mas em seus novos cânticos e hinos, o padrão “intelectual” dos Salmos é ignorado, bem como a sua dignidade, reverência, caráter elevado, estilo de louvor e equilíbrio de doutrinas”.

2 “O segundo padrão para um hino excelente é a edificação do adorador. O hino lhe acrescentará algo. Talvez o hino explicará e aplicará a Palavra ao coração do adorador. Dará uma oportunidade a uma resposta sincera aquilo que foi entendido. Como um Salmo o hino deve ser profundo e, ao mesmo tempo, assimilável ao entendimento de qualquer pessoa, mas nunca será complexo demais à mente humana. Este é o padrão dos Salmos, nem muito elevado, nem muito superficial (diferente dos cânticos modernos que são quase sempre superficiais). Um hino excelente terá a capacidade de esclarecerá verdades bíblicas e abordará frequentemente algum aspecto definido de nossa experiência espiritual. Isto é o que procuramos em um hino: algo bom, substancial, que eleve nossa alma e seja relativamente simples. Bons hinos instruem pessoas de todas as classes sociais nas grandes doutrinas cristãs. Muitos hinos do passado, diferentemente dos cânticos modernos, tratavam de verdades consistentes e ajudavam a desenvolver crentes maduros e profundos. A pergunta sugerida por Paulo: “isto edifica?” pode ser aplicada aos cânticos e hinos de nossos dias. O que eles tem realmente proporcionado? Tem elevado meu entendimento e santidade? Tem me ajudado a crescer não apenas em um nível emocional, mas também em um nível verdadeiramente espiritual?”

3 “O terceiro padrão de um hino e valor é a reverência. O hino irá se dirigir ao Deus Todo-Poderoso. Não será meramente sentimental. Não tratará a Deus como um “camarada”. Terá reverencia dirigindo-se àquele que é sublime e elevado. Mais uma vez devemos insistir que o hino seja inteligente (racional), visto que isso constitui uma parte da reverência. Como posso mostrar reverência a Deus se canto uma música banal que contem, talvez, apenas quatro palavras eficazes? Certamente estarei insultando a Deus e rebaixando-O ao nível infantil. Se um hino não é inteligente, nada fará por nós, nem será digno de ser cantado ao Deus Todo-Poderoso”. 

4 “O quarto padrão para um hino excelente é a apresentação clara de doutrinas. O hino não pode ser ambíguo nem vago. Deve ser claro a ponto de ofender as pessoas, se estas não acreditam na opinião ou na doutrina. Se um hino é tão inofensivo que goza de aceitação geral, é claro que está se desviando do padrão. Se escritores procuram falar de maneira vaga e genérica, de modo que pessoas de qualquer religião apreciem suas palavras, podem não estar produzindo hinos dignos. Se satisfazem todas as posições teológicas, como podem estar ampliando o entendimento daqueles que louvam a Deus? É interessante observar que as musicas, cânticos e hinos do louvor contemporâneo são muitíssimos populares entre evangélicos liberais, neopentecostais, e congregações católicas em todo lugar. O efeito de hinos e cânticos vagos e superficiais é extremamente prejudicial para uma igreja fiel, porque treinam as pessoas a adorarem apenas com a metade de sua sinceridade e seriedade. Se desejamos ensinar a igreja a cantar sem entendimento firme e sinceridade, então cânticos e hinos vagos ou com arranjos belíssimos e ideias sem significado atingirão esse objetivo. As pessoas aprenderão a aceitar o “louvor medíocre” e logo serão obrigadas a obter mais prazer na música do que nas palavras”.

5 “O quinto padrão de um hino excelente é que ele deve evitar versos excessivamente requintados e ter clareza de expressão. Um hino excelente não é um exercício de embelezamento poético. Não sufoca os seus sentimentos (os sentimento do hino) com excesso de eloquência e requinte, porque o povo de Deus deve cantar com entendimento (1 Cor. 14.15). Os bons escritores de hinos possuíam sempre um grande vocabulário, mas claramente restringiam o seu uso, para que a letra fosse entendida. O peta secular é livre para exaltar-se a si mesmo e exibir seus dotes, mas um hino é bem diferente de um poema secular. A característica dos grandes hinos é a combinação de profundidade e simplicidade”.

6 “O sexto padrão de um hino excelente é que ele será caracterizado por uma rima sensível e boa estrutura... não apresenta linhas forçadas ou “pequenos erros”... sustenta e desenvolve seu tema através dos versos. O autor não muda o assunto apenas porque não pode manter a rima ou a métrica em harmonia com o tema iniciado... não é um conjunto de fragmentos e ideias...”

7 “O sétimo padrão de um hino excelente é ausência de afirmações místicas. Alguns hinos são levemente místicos... devemos evitar usá-los. Um bom hino usará as figuras e a linguagem bíblicas onde for possível, mas não se tornará intencionalmente alienado da realidade...”
Para a formação desse livro de Salmos e hinos, buscamos por hinos que melhor expressam as doutrinas da graça soberana; e ao fazê-lo seguimos essas sete qualidades ou padrões, enunciados acima, como critério de triagem, tradução e composição.

Que o Senhor se apraza em usar esse livro de Salmos e hinos em Sua Igreja em toda parte, e o amplie com mais Salmos e hinos dignos de Sua adoração. Para a glória e louvor do Seu nome em Sua Igreja deste lado do Céu.

Pr. Ábner E.A. Araújo

 




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