—  Pregações bíblicas de teor Reformado, expondo as doutrinas da fé versículo por versículo  —

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14.04.2013 – Culto de Ensino, AM          Ábner Araújo

Deseja Deus que os crentes realizem milagres hoje? O que ensina a Palavra de Deus? Qual o plano e o propósito de Deus para os sinais realizados pelo Senhor e os apóstolos? Se Deus continua vivo e poderoso porque Ele não realiza hoje os mesmos tipos de sinais e milagres dos temos do Senhor e dos apóstolos através de homens de fé? O que explica o Movimento Neopentecostal de nossos dias, com seus supostos sinais e maravilhas? Quais as diferenças entre os milagres e curas realizadas Pelo Senhor e Seus apóstolos, e os supostos “milagres e curas” dos dias de hoje? São eles autênticos? Quais são as maiores obras de João 14.12? O que ensina Tiago 5 sobre curas? Está Isaías 53.4 ensinando que devemos reivindicar de Deus cura física? Qual a resposta de Deus para a enfermidade?

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07.04.2013 – Culto de Ensino, AM          Ábner Araújo

Esta é a narrativa do maior de todos os eventos em toda a história do universo, a morte voluntária do Deus encarnado  o Senhor Jesus Cristo. O Filho de Deus se fez homem, ao tomar um corpo e uma natureza humana, para que os filhos dos homens pudessem ser feitos filhos e filhas de Deus. A cruz do Calvário e as três horas de trevas representam o que custou ao próprio Deus tornar possível que homens e mulheres alienados e separados de Dele por seus pecados, pudessem ser feitos herdeiros de Deus. Aqui está a justiça e a misericórdia de Deus se abraçando (Salmo 85.10).

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31.03.2013 – Culto de Ensino, AM         Ábner Araújo

“O termômetro da fé”, ou maneiras de medir o vigor e a tenacidade de nossa fé (5 testes a serem feitos). Aqui também a natureza da fé que torna uma pessoa agradável a Deus (quatro coisas que devem convergir juntas para sermos agradáveis a Deus, aceitos diante Dele, em nossas ações e atitudes  todas realizadas pela fé). E, maneiras de ativar e fortalecer a fé na vida cristã: no caminhar diário com o Senhor, em provações e conflitos em um mundo corrompido e na obra do Senhor.

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24.03.2013 – Culto de Ensino, AM         Ábner Araújo

Essa mensagem é sobre a fé na vida cristã, a fé contínua e ativa após a salvação. Como é a fé e como ela opera?  A fé de um crente assemelha-se mais a um músculo que pode ser fortalecido pelo exercício correto ou enfraquecido e atrofiado pela falta de exercício. A fé não é um poder executivo, por meio do qual controlamos a esfera espiritual, e determinamos que as coisas que desejamos sejam materializadas, como se pudéssemos de algum modo controlar a Deus. Causas de uma fé fraca, (dúvidas diversas: sobre Deus, sobre Suas promessas, sobre minha salvação; falha em nutri-la; desobediência aos comandos de Cristo; esquecimento do poder e interesse de Cristo por nós; auto dependência e autossuficiência. Medindo a fé (5 testes); fortalecendo a fé (8 maneiras).

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17.03.2013 – Culto de Ensino, AM         Ábner Araújo

Construindo sobre os princípios estudados domingo passado, consideramos aqui versículo por versículo o 14º capítulo de 1 Coríntios. Nesse capítulo consideraremos o quarto aspecto do ensino Bíblico sobre o dom de línguas, a saber: que o dom de línguas, sendo um sinal e uma revelação, era para o beneficio de toda a igreja e não para o uso pessoal e privado de crentes. As diretrizes do apóstolo para o uso ordenado do dom no período inicial da igreja, e o contraste claro entre o verdadeiro dom de línguas do Novo Testamento com a glossolalia dos dias atuais. Veremos porque os supostos dons de língua do movimento pentecostal e neopentecostal jamais poderiam ser equacionados ao dom de línguas do Novo Testamento.

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10.03.2013 – Culto de Ensino, AM         Ábner Araújo

Construindo sobre os princípios estudados domingo passado, consideramos aqui versículo por versículo o 14º capítulo de 1 Coríntios. Nesse capítulo consideraremos o quarto aspecto do ensino Bíblico sobre o dom de línguas, a saber: que o dom de línguas, sendo um sinal e uma revelação, era para o beneficio de toda a igreja e não para o uso pessoal e privado de crentes. As diretrizes do apóstolo para o uso ordenado do dom no período inicial da igreja, e o contraste claro entre o verdadeiro dom de línguas do Novo Testamento com a glossolalia dos dias atuais. Veremos porque os supostos dons de língua do movimento pentecostal e neopentecostal jamais poderiam ser equacionados ao dom de línguas do Novo Testamento.

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24.02.2013 – Culto de Ensino, AM         Ábner Araújo

Vivemos em dias de grande confusão no meio cristão evangélico, por causa do fenomenal crescimento, nas últimas três décadas, do movimento neopentecostal. Muitos crentes se encontram confusos, e isso porque não tem havido em nosso país, nenhuma grande defesa dos caminhos antigos contra o movimento pentecostal/neopentecostal. A base desse movimento é um suposto retorno aos chamados dons revelacionais e de sinais. Assim, supostas experiências extra-bíblicas (profecias, línguas estranhas, curas, etc.) são colocadas em pé de igualda com a Palavra de Deus escrita  a Bíblia. O resultado, é que, por um lado, a própria Palavra de Deus está agora sob ataque, e por outro a fé do povo de Deus tem sido afetada grandemente, onde crentes em Jesus Cristo são ensinados a colocar sua fé não mais na suficiente e autoritativa vontade de Deus revelada na Bíblia, mas sim em fenômenos e experiências.
Ensina a Bíblia, de modo definitivo, que os dons carismáticos cessaram? Pode o cessacionismo (a concepção de que eles terminaram) ser provado? Cremos que sim, a Bíblia ensina de modo claro e inegável que os dons revelacionais (apóstolos, profecias, etc) e dons de sinais (línguas, curas e milagres), passaram de sena tendo já cumprido seu propósito designado por Deus. Deus continua a curar, sim, mas não pelas mãos de supostos operadores de curas e milagres, mas sim em resposta a orações, e segundo Sua vontade para cada pessoa.

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17.02.2013 – Culto de Ensino, AM         Ábner Araújo

O grande desejo de todo verdadeiro crente em Jesus é uma contínua reforma ou reavivamentos de sua alma pelos princípios da Palavra de Deus. Mas quais são as verdadeiras causas de uma genuína reforma ou avivamento da religião na alma de uma pessoa? Estas causas podem ser buscadas somente na Palavra de Deus, e todas elas estão presentes na experiência da igreja do Senhor no Antigo Testamento após retornarem do cativeiro Babilônio, conforme registrado no capítulo 8 de Neemias. Aqui estão as características distintivas presente em todos os períodos de reforma ou reavivamento da verdadeira religião na alma do crente e em igrejas. Como distinguir entre verdadeira reforma e reavivamento bíblico do mero entusiasmo carnal e passageiro tão característico do meio cristão em nossos dias? A experiência do povo de Deus no Antigo Testamento, e ao longo da história da igreja, nos ensina estes sinais genuínos e distintivos.

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20.01.2013 – Culto de Ensino, AM         Ábner Araújo

São várias as graças do Espírito Santo derramadas sobre homens e mulheres em um mundo manchado e marcado pelo pecado.
 Restrição da depravação da natureza humana consequente do pecado.
 Preservação e moldar da natureza moral.
 Influência que conduz ao despertamento da condição de pecador e das verdades da Bíblia, como: a percepção da existência e realidade de Deus, do pecado e do julgamento de Deus sobre o pecado.
 Convicção pessoal de pecado e pecaminosidade.
 Fé para a salvação.

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06.01.2013 – Culto de Ensino, AM         Ábner Araújo

Como é o arrependimento de um crente? Fomos salvos, mas ao sermos enredados por um pecado persistente (seja resultado de negligência em mortificar a carne, ou por uma tentação do maligno),que sinais provam que houve verdadeiro arrependimento e transformação? O apóstolo do Senhor fala sobre a “tristeza segundo (para com ou segundo) Deus” que gera arrependimento e transformação de conduta, e também os sinais característicos desse arrependimento genuíno.
Como salvos convertidos, filhos e filhas de Deus, temos verdadeiramente nos arrependidos de nossos pecados e falhas diante do Senhor de um modo aceitável aos olhos de Deus? E é esse arrependimento acompanhado por transformação e vitória sobre o pecado?  Há muito “arrependimento” entre crentes e igrejas que não passa de mero remorso (isso é o que Paulo chama de a tristeza do mundo), pois não resulta em transformação de mente, conduta, e caráter.  Um capítulo tremendamente positivo, sobre a vontade de Deus quanto o arrependimento na vida do crente individual e da igreja que busca honrá-lo e glorificá-lo em sua vida.

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